Conteúdos Market Cruncher

Tendência Ainda é de Crescimento da Inadimplência

A estimativa é que a conta anual de juros das famílias já alcance R$ 1 trilhão.

Uma Transferência Gigantesca de Renda

Segundo nossas estimativas, somente em 2025, as famílias endividadas teriam desembolsado cerca de 256 bilhões em juros. Grande parte destes recursos foi absorvido pelos poupadores.

Choque do Petróleo Favorece Fiscal e Externo, Mas é Péssimo para Inflação e Juros

O relatório analisa o cenário econômico e financeiro da semana de 18 a 22 de maio de 2026, destacando a combinação entre inflação elevada, tensões geopolíticas e aumento do risco político no Brasil.

EUA – Inflação: Consegue Enxergar Agora?

O quadro é de alta de preços mais generalizada do que era esperada por uma parcela relevante do mercado.

Gasto Público Aumenta 30% Acima da Inflação em 6 anos

É equivocado atribuir aos defensores de um ajuste fiscal a intenção de cortar os gastos públicos. O ritmo de crescimento das despesas nos últimos anos tem sido tão acelerado que uma simples redução da velocidade de alta já seria um avanço notável.

Real Segue Apreciando com Forte Entrada de Capital Externo

Mesmo com a inflação elevada, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic de 15% para 14,5%

BRASIL – Demografia Dificulta a Tarefa do BC

Os fortes impulsos fiscal e creditício engendrados nos últimos anos, no entanto, seguem aumentando a demanda por mão de obra em um mercado de trabalho já apertado.

BRASIL – A Crise de Oferta de Mão de Obra é Estrutural

O ritmo de crescimento da oferta de mão de obra cai de 1,3 milhões, para meros de 365 mil por ano.

BCB Reduz a Selic Mas Juro Real Ainda é Elevadíssimo

O Banco Central reduziu a Selic para 14,50%, mas indicou cautela diante da persistência inflacionária.

Espólios da Guerra

Apresentamos um cenário para o pós-guerra com foco no impacto do petróleo sobre inflação, juros e crescimento global. Mesmo com possível cessar-fogo, os efeitos inflacionários tendem a ser persistentes, limitando cortes de juros nos EUA e no Reino Unido. O ambiente global ainda favorece ativos de risco devido à dinâmica estrutural de inovação. No Brasil, há ganhos com petróleo e fluxo de capitais, mas riscos fiscais e políticos seguem relevantes. O mercado parece precificar mudança política, enquanto o alto endividamento e juros elevados continuam sendo desafios centrais.

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