Uma redução mais drástica das necessidades de financiamento do setor público via corte de gastos ficou na promessa. A redução do déficit primário (sem contar juros), de 3,2% do PIB ao final do governo Biden, para 2,7% em 2025 e, provavelmente 2,5% em 2026, não parece suficiente para mudar a dinâmica do resultado nominal. O ajuste tem ocorrido mais em função de aumento da arrecadação do que de redução de gastos.