A combinação dívida pública elevada com juros altos, que prevalece em importantes economias, tende a aumentar a probabilidade de instabilidades financeiras. O risco não está apenas no endividamento público, mas em quem financia esses títulos, com quanta alavancagem e sob quais condições de garantias. Isso é o que apontou o FMI em seu último Relatório de Estabilidade Financeira.
O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,6% em setembro e a variação em 12 meses acelerou para 3,7% (de 3,4%). O núcleo avançou 0,3% no mês e 2,6% em 12 meses. A alta do índice cheio é, sobretudo, um fenômeno de energia.