O superávit primário do governo federal ficou em R$ 86,9 bilhões em janeiro de 2026, apenas R$ 1,9 bi. acima do registrado um ano antes (no dado corrigido pela inflação). O resultado deve ser considerado desapontador na medida em mostra uma arrecadação crescendo R$ 6,4 bi. (2%) enquanto as despesas aumentam R$ 5,2 bi. (3%).
A despeito da apreciação cambial, que reduziu o estoque de dívidas ao setor não financeiro denominado em reais, o endividamento e o nível da inadimplência seguiram em patamares preocupantes em janeiro de 2026. A situação tende a piorar (com a desaceleração da economia) antes de melhorar (com a queda de juros).