Os indicadores de produtividade e custo do trabalho mostram uma dinâmica que é favorável para o FED, na medida em que se caracteriza por pressões de custos de mão de obra praticamente inexistentes do ponto de vista das empresas.
A apresentação descreve um ambiente de reprecificação das taxas de juros globais, marcado por novos riscos geopolíticos, dúvidas sobre a atuação dos bancos centrais e impactos ainda incertos do ciclo de investimentos em inteligência artificial.